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Consciência & Clareza
Às vezes, a clareza não surge como resposta — surge como presença.
Ela aparece quando algo dentro de nós se alinha, mesmo que o mundo ao redor permaneça em movimento.
Quando a mente escurece e nada parece claro
“Às vezes, a falta de clareza não é sinal de erro —
é só o coração pedindo mais espaço.
Antes de tentar entender tudo, volte um instante para si".
Respire fundo.
Sinta o ar entrar, tocar o peito, repousar.
Agora, observe o que está vivo em você neste momento:
é medo? é dúvida? é apenas cansaço?
Nomeie o que sente — com suavidade.
Quando damos nome ao que nos atravessa,
a névoa começa a ceder.
Pergunte a si mesma(o):
‘Se eu não precisasse resolver nada agora…
o que meu corpo estaria tentando me mostrar? Essa é a clareza que você precisa agora.’
A clareza não chega por pressão.
Ela nasce quando você volta para o seu centro
e permite que a luz se mova de dentro para fora.
— Voca
Quando tudo parece confuso por dentro
“A clareza nem sempre chega como resposta —
às vezes, ela começa como um pequeno gesto.”
Feche os olhos por um instante
e perceba como a sua mente está agora.
Apressada? Turva? Cheia demais?
Antes de tentar entender qualquer coisa, permita-se apenas sentir.
Agora, faça um movimento simples:
respire fundo, devagar, como quem abre espaço por dentro.
Depois, coloque no papel três perguntas:
-
O que, exatamente, estou sentindo?
-
O que isso está tentando me mostrar?
-
O que, neste momento, realmente importa?
Não apresse as respostas.
Elas não precisam vir completas.
A clareza chega em camadas —
primeiro como sensação,
depois como direção.
Quando algo dentro de você começa a se alinhar, mesmo que o mundo ao redor permaneça em movimento,
surge uma luz suave:
a luz de estar voltando a si. Ao seu verdadeiro lugar.
— Voca
Quando a mente escurece e tudo parece longe
“Há momentos em que a luz dentro de nós parece pequena —
mas é justamente nela que precisamos confiar.”
Quando o dia pesa ou o pensamento embaça, não force uma clareza que ainda não chegou.
Forçar luz também cria sombra.
Em vez disso, faça um gesto simples:
coloque uma mão sobre o peito
e respire, como quem acende um pouco de presença.
Pergunte a si mesma(o), com honestidade:
“O que está nublado em mim agora?”
Não tente resolver.
Apenas nomeie.
Dar nome ao que sentimos é o primeiro feixe de luz.
Depois, experimente escolher uma única coisa
que você pode iluminar hoje:
uma dúvida, uma decisão,
um incômodo, um cuidado consigo.
Não precisa ser grande —
clareza não gosta de pressa.
Ela prefere passos pequenos
e gestos que devolvem você ao centro.
A luz cresce quando não é exigida,
mas acolhida.
— Voca
“Quando você se percebe, o mundo ao redor também se ilumina.”

E para o mundo, toda luz é importante. Não importa o tamanho, a intensidade, ou de onde ela vem... O que importa é que ela faz parte...
O que acha de usar a consciência para brilhar?